Conduzimos o John Cooper Works GP, o Mini mais rápido e divertido de sempre
Circuito de Maiorca foi o palco para 15 minutos de emoção ao volante do exclusivo Mini GP. Contamos a experiência.
Até agora a versão mais desportiva do Mini era a John Cooper Works. Só que a marca foi ainda mais longe e a partir de 2013 disponibiliza a edição limitada a 2 mil unidades, a GP, com mais 3 cavalos que a anterior versão: agora temos 218 cv.
Tem um aspecto muito mais agressivo: saídas de ar por todo o lado, um aileron ao estilo "corrida", vem com apêndices aerodinâmicos dianteiros e laterais, um deflector traseiro no tejadilho, um difusor traseiro de nova geração, que optimiza o fluxo de ar por baixo da carroçaria.
O motor 1.6 Turbo foi alterado para ainda dar mais do que já dava. Tem apenas dois bancos (da Recaro) para dois ocupantes num esforço a pensar na poupança de peso, suspensão desportiva rebaixada com coilover ajustável, volante de aro grosso, travões maiores e desportivos, pneus super-aderentes.
Tudo foi alterado para nos divertirmos e foi isso que fizemos durante 15 intensos minutos, no circuito de Maiorca no Mini mais rápido, divertido e potente de sempre.
Não é por acaso que faz dos 0 aos 100 km/h em 6.3 segundos e atinge uma velocidade máxima de 242 km/h. A BMW testou o GP na pista de Nürburgring, onde a sua "pérola" registou um tempo de 8m23, o mesmo que Porsche Boxster de 2006 e um segundo mais rápido do que um SLK 55 AMG de 2008.
É impressionante não só sentir a vibração que o motor transmite, mas também a forma como ‘rosna’, como poucos automóveis o fazem. A emoção aumenta nas curvas de uma pista, ou o Mini GP não se agarrasse à estrada e às curvas com um entusiasmo adolescente.
Nota-se bem a diferença para o John Cooper Works, que até agora estava sozinho com o título de Mini mais rápido e potente. A forma como o GP parece ainda mais um kart do que o já de si entusiasmante JCW é, de facto, notável.
Ainda não se conhece o preço desta pérola das curvas.


