MP avança com providência cautelar própria para suspender venda das obras de Miró
O Ministério Público (MP) avançou com uma providência cautelar junto do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa com vista à suspensão da venda do acervo de obras de Miró.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu hoje, junto do Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, o decretamento provisório da providência cautelar destinada à suspensão da venda do acervo das obras de Miró.
Este pedido acontece depois de o Grupo Parlamentar do PS ter requerido à PGR que o Ministério Público desencadeasse "medidas cautelares" que não permitissem a venda dos quadros de Miró em Londres, de acordo com o documento enviado à PGR pelos deputados Maria Gabriela Canavilhas, Inês de Medeiros, José Magalhães, Pedro Delgado Alves e Vitalino Canas.(O pedido de providência cautelar apresentado hoje pelo Ministério Público, relativo à venda dos quadros de Miró, em Londres, resulta do requerimento apresentado pelo Partido Socialista na Procuradoria Geral da República, na passada quinta-feira, sendo a única providência cautelar existente, até agora, sobre este assunto)


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