Protesto

Médicos venezuelanos em greve pedem "liberdade plena" de cardiologista lusodescendente

29 | 04 | 2014   05.58H

Médicos, enfermeiros e analistas do Estado de Bolívar, iniciaram hoje uma greve de 24 horas para exigir a 'liberdade plena' de uma cardiologista lusodescendente, que está obrigada a apresentações periódicas enquanto aguarda julgamento por oferecer alimentos a manifestantes opositores.

"Com as medidas (judiciais) que lhe ditaram, ela não pode sair do país. Sendo uma mulher com duas especialidades, ela tem de ir a congressos (...) e não pode fazê-lo por estar sob medidas de coação totalmente ilógicas", disse o médico cirurgião Raul Viera.

Em declarações aos jornalistas aquele responsável explicou que a lusodescendente é a única médica cardiologista infantil da cidade de Puerto Ordáz, a sudeste de Caracas, e que trabalha em dois hospitais da localidade, num dos quais gratuitamente.

Destak/Lusa | destak@destak.pt
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