Inquérito

Que bem que se vive nas cidades

08 | 08 | 2014   11.04H

Alegria é o que partilham os habitantes das grandes cidades, uns mais do que outros é certo. Novo ranking salienta satisfação mais alta para quem vive na Invicta.

Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt

Queixam-se do trânsito das cidades, reclamam com a falta de espaço, refilam com a agitação diária típica das cidades, mas parece que, se pudesse, quem nelas vive não as trocava por nenhum outro local. É pelo menos esta uma das conclusões de um inquérito realizado pela Smart, em conjunto com o Instituto Rheingold de Colónia, na Alemanha, que ouviu as opiniões de 3.269 pessoas em 31 cidades e dá conta de uma alegria de viver nos centros urbanos. Alegria que é maior no Porto.

Os resultados permitiram criar o ‘Urban Joy Index’ (Indice de Alegria Urbana), que mede os níveis de satisfação de quem habita nas cidades. E o Porto destaca-se como a cidade que proporciona uma maior alegria (86 pontos, numa escala de zero a 100), seguida por Hamburgo (85) e Colónia, ambas na Alemanha e Munique, também germânico e a espanhola Barcelona (80).

«Através deste estudo podemos descrever, pela primeira vez em toda a Europa, o conceito de alegria de viver na cidade e o que se esconde por detrás disso para os cidadãos desses locais », refere em comunicado Annette Winkler, responsável pela Smart. E, ao mesmo tempo, perceber que o fascínio pelas grandes urbes permanece inalterado. Em média, os inquiridos do estudo avaliaram a sua cidade de modo muito positivo: 82% acham que é entusiasmante e empolgante viver na cidade, 76% não pensam mudar de localidade nos próximos anos e 65% não se imaginam a viver noutro sítio.

Percentagens que só se atingem quando asseguradas algumas condições de base, como espaço, tempo, recursos financeiros, um ambiente intacto, segurança e mobilidade. Sem estas condições, não é possível haver alegria de viver.

Como se fez o estudo

Os investigadores de mercado do Instituto Rheingold realizaram o levantamento em duas fases, entre novembro de 2013 e março de 2014. Primeiro, foram inquiridos habitantes em cinco cidades europeias (Berlim, Paris, Roma, Londres e Madrid). Na segunda fase, foi criado um inquérito quantitativo online em 31 cidades europeias com o mínimo de 100 inquiridos por cidade. Dos resultados desta segunda fase, foi criado o Urban Joy Index.

Fatores tornados desafios

São seis os fatores que compõem a alegria de viver nos centros urbanos, revela o índice. Ao todo enquanto cidade, junta-se a diversidade cheia de contrastes, a vitalidade inebriante, a nossa casa, as infraestruturas abrangentes e a redescoberta constante. Fatores que são, no entanto, vistos como desafios quotidianos, estando a alegria de viver dependente do superar destes desafios.

Foto: 123RF
Que bem que se vive nas cidades | © 123RF

1 comentário

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    EMMANUEL FRANCISCO JUNIOR | 14.08.2014 | 20.31Hdenunciar comentário
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